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¿Todavía estás esperando algo especial para realizar tus sueños?

Espero que no. Te voy a contar porqué.

Al final del 2016 hice un curso muy interesante para un grupo de alumnos motivados, acerca de Realización Personal. Acompañé al grupo hasta muy recientemente. Habíamos puesto metas, deseos, sueños, en el papel. Organizamos un mapa de realizaciones. Y nos comprometimos a transmutar el lápiz y las hojas a la realidad.

Pasados 3 meses, ¿cuántos habían realizado? ...

Tengo presente la cara de cada uno de los asistentes. Era un grupo reducido (nuestro trabajo se diferencia por ser personalizado). La fisionomía era de ganas, de mucha voluntad, “¡Vamos empezar el próximo año con todo!” - algunos dijeron.

Bien… solamente 10% se puso a concretar sus temas, hasta ahora. La mayoría quedó en el ámbito de la planificación. Y algunos pocos todavía no saben ni para dónde ir.

Podría pensar que mi curso fue un fracaso pero no es verdad. El 10% de los que concretaron sus deseos ¡están muy felices! Sus vidas cambiaron en pocos meses y tienen una dirección mucho más clara para donde ir. O por lo menos para dónde NO ir.

Pero así es el Ser Humano. Somos animales todavía, y como tales nuestra conciencia reside la mayor parte del tiempo en la dimensión emocional. Así, cuando alguien nos motiva quedamos llenos de energía, alegría y deseo realizador. Es un reflejo puramente emocional. Pero apenas desaparece el estímulo externo regresamos a lo mismo de siempre. Incluso si es aburrido, como siempre lo fue.

"Somos animales todavía, y como tales nuestra conciencia reside la mayor parte del tiempo en la dimensión emocional. Así, cuando alguien nos motiva quedamos llenos de energía, alegría y deseo realizador. Es un reflejo puramente emocional. Pero apenas desaparece el estímulo externo regresamos a lo mismo de siempre. Incluso si es aburrido, como siempre lo fue.

De ahí tenemos dos grandes cuestiones a contestar:

  1. ¿A qué porcentaje quieres pertenecer? Al 10% de los realizadores y auto-motivados o al 90% de los emocionales, Ilusionándonos con unas ganas instantáneas que pasan de largo en el momento clave.

  1. Si necesitamos de estímulo y apoyo externo ¿por qué no lo buscamos? Deberíamos juntarnos más con personas que nos aportan en el sentido de la realización.

El cambio no es tan difícil. Experiencia propia.

“Sal de los cojines blanditos de la inercia” DeRose

Para terminar te dejo un texto del profesor DeRose, sistematizador del Método DeROSE, que habla exactamente sobre eso:

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Vamos, Criatura!

Você já parou para pensar que suas ações são meros reflexos de um condicionamento social que a escraviza a um comportamento estereotipado, comportamento de rebanho que caminha para o matadouro, infeliz, mas resignado?

Já meditou no fato de que você não usa o seu livre arbítrio nem um pouco e que você pensa, fala, sente e age de acordo com aquilo que os outros esperam de você?

Onde está o ser inteligente que se distingue do resto dos animais pelo seu poder de volição e de decisão? Ele está manifestado em você? Vamos, sinceridade. Você faz o que quer – ou, ao menos, atreve-se a pensar o que quer? Ou pensa aquilo que a família, a sociedade, os amigos, as instituições querem que você pense?

Não, não pare de ler. Ou só vai ler as coisas amorosas que eu escrever? Enfrente pelo menos um pedaço de papel que lhe diz na cara que você não se assume. Que você tem sido tão influenciável pela opinião dos outros, que está se tornando uma pessoa sem vontade, sem personalidade.

Não estou zangado, não. Estou é tentando sacudir você tão bem que talvez consiga despertar. Afinal, você é inteligente e sabe a enorme variedade de doenças físicas e psíquicas que advêm da frustração, da auto-mentira, da infelicidade crônica do dia-a-dia sem sentido, do stress causado pela rotina medíocre e mesquinha.

Você já achou o sentido da sua vida?

A vida é dinamismo, é movimento e não estagnação. Estagne-se pelo medo de agir e se deteriorará como as tantas esposas e mães que vivem frustradas e arrependidas por não se terem deixado arrebatar por uma grande causa… e hoje trazem no semblante os vincos indeléveis da infelicidade incurável, essa mesma infelicidade que não hesitam em oferecer como herança malsã às suas filhas para que vivam as as mesmas pressões, mesmas depressões, as mesmas conversas, as mesmas fofocas, a mesma impotência para um orgasmo pleno ou para uma opinião própria, as mesmas lamentações, as mesmas lágrimas…

Você tem um compromisso cósmico agora! Mas tem, também, a liberdade de não aceitá-lo. O karma lhe deu a liberdade de opção que constitui a chave mestra de um fardo chamado responsabilidade. Só que, ingrata, você recusa essa dádiva e se obstina em não querer assumir a responsabilidade da decisão.

Você se acomoda indolentemente na almofada fofa da inércia. Simplesmente por medo de enfrentar uma mudança.

Já parou para pensar na idade que tem? Não acha que já está na hora de ter um pouco mais de maturidade?

Vamos! Utilize uma pontinha de sinceridade e responda: essa é a vida que você queria? Ela a realiza? Você já pensou como é que vai ser o seu futuro se tudo continuar nessa covardia e nessa acomodação?

Vamos, Criatura!

Aventure-se, corra o risco que a vida é isso. A vida vale a pena quando se tem uma boa causa pela qual se possa sorrir ou chorar, pela qual se possa viver ou morrer.

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